Final de semana retrasado, nós ajudamos o Cassildo a fazer sua mudança. Ele, Lílian e Giulia sairam do apartamento alugado para o seu próprio canto. Eu atrasei um pouquinho para chegar, mas deu tempo de carregar e descarregar o caminhão. Rs. O Euler gostou tanto da mudança que resolveu abrir uma transportadora e fazer concorrência com meu pai. Carretos, por favor, podem ligar para ele.
Final de semana passado nós fizemos a mudanca da nossa sala na Walter, levando inclusive o servidor para uma nova sala, mais ampla e funcional. Passamos o sábado todo por lá, mas para uma mudança crítica como essa, entre mortos e feridos, sobreviveram todos. Com isso, fiquei sem bater a bolinha sagrada de todo sábado, mas o Ronaldão criou um novo esporte olímpico: O Patin-Break. Se fizer sucesso, ele ficará rico e nós cobraremos percentuais dos direitos autorais.
Ou seja, esse final de semana Tio Ziba quis ficar quietinho no canto, pois fazia tempo que não tinha um final de semana em que eu pudesse ficar em casa descansando. Pena que o tempo não ajudou, pois uma piscininha não teria sido de nada mal.
Deu tempo de fazer backup desse micro todinho, o que levou quase 10 DVD´s. Vou fazer uma trapaiadinha e por o Vista nele para ver o que dá. Just for Fun. No risk, no fun.
E nessa de estar corrido, juntando com a visita de médico dela, não consegui ver a Fer que estava no Brasil! Como diz o Paulão, que ó. Ou como diria o Charlie Brown, que puxa!
E bastou eu reclamar aqui sobre não ter nada de bom pra ouvir ultimamente que achei duas coisas ótimas nesses últimos dias. Na verdade, ia falar de uma, mas hoje baixei a outra. Essa segunda só vou citar, porque ainda estou digerindo (na verdade, nesse momento que escrevo inclusive e falo com o Jabá ao mesmo tempo, estou ouvindo) que é o CD solo do vocalista do System of a Down, Elect the Dead.
Mas sobre o primeiro, fuçando na internet daqui e dali descobri que minha musa Alemã, ex-vocalista do Guano Apes, lançou disco novo. Tratei de baixa-lo-lo, e desde então não sai do player do carro ou do WinAmp. Foi bom saber que mesmo sem Guano Apes em atividade, vou continuar ouvindo a Sandra Nasic cantando com seu misto de fúria e delicadeza. Em uma parte ou outra ela soa um pouco como a Gwen Stefani no No Doubt, mas na boa parte do CD é Guano Apes puro. E fiquem com Fever. Eu até queria que ela fosse uma febrinha de leve minha. Rs.
Why did you come undone?
Let me cut off your wings you don't need them
So beautiful
What have I done?
It's the sweetest parade I am giving
Drive me crazy
You're the one without no ending
Drive me baby
I wanna be like your
Fever
Fever
I will burn in the sun when you take me again
Fever
Fever
You will burn in the sun when you take me away
Fever
So now that I haven't gone
It's too late to give up cause you wake me
So beautiful
What have you done?
It's the beat to the drugs you are taking
Drive them crazy
You're the one without no ending
Drive me baby
I wanna be like your
Fever
Fever
I will burn in the sun when you take me again
Fever
Fever
You will burn in the sun when you take me away
Fever
I'm the lying without no ending
And you're the one without
Fever
Fever
I will burn in the sun when you take me again
Fever
Fever
You will burn in the sun when you take me away
Fever
Fever
Fever
Fever
You will burn in the sun when you take me away
Oh... Again
E por falar em febre, nossa querida filhotinha mais nova está de molho esse final de semana, pois foi castrada. A Renata, com todos esses anos nessa industria vital de ter gatos nunca tinha visto uma ficar tão baleada quando a Kolle ficou. Ontem ela mal conseguia ficar em pé. Acho que são os efeitos do cigarro e da bebida (a foto dela bêbada, vcs lembram?) que fizeram ela ficar tão, tão, tão... tadinha.
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E dentre toda minha síndrome, pânico e paranóia com ficar velho, aqui está, em primeira mão, o meu primeiro fio de barba branco.
Sim, é verdade. Cabelo branco, a gente atura. Pouco cabelo, raspa e beleza. Mas barba branca é impactante. Mas até que brinquei que ia ficar charmoso de barba grisalha... rs... E aí eu me recuerdo de que estarei esse ano fazendo 32 anos. Trinta e dois, cumpade. Eu me lembro do meu pai com 32 anos. Entende? E o interessante é que não me sinto com 32 anos. E nem acho que transpiro ter 32 anos. Por pequenos atos, como meu diretor que ainda as vezes me chama de garoto (ok, garoto, obrigado). Acho que por andar com as mesmos amigos (graças a Deus) desde moleque, a gente ainda se sente um pouco naquela época. Também pelo meu espírito, brincalhão, moleque, eu não consigo me sentir com 32.
Deixa eu me explicar melhor. Quando você tinha 10 anos de idade e era uma criança infantil, cheio de menenice, um cara de 32 anos era um senhor na sua cabeça, certo? Mesmo com 15 anos, 32 anos já era alguém de outro patamar. Eu não sinto ter cruzado esse patamar.
Claro, não que eu pense como se tivesse 22 anos. Mas eu acho que o ímpeto continua o mesmo. A maneira de olhar para o mundo a volta é o mesmo. A procura por tudo de novo e bom continua a mesma. Eu diria que a insatisfação boa da adolescência ainda reside em mim. Ainda procurar respostas para coisas que não tem respostas, filosofar (menos que antes, muito menos), analisar, esquadrinhar, perceber, provocar, desafiar, por a prova, ainda se indignar com coisas estúpidas, ter esperanças no impossível faz parte do meu dia a dia.
Eu as vezes só caio em mim da medida real dos meus 11680 dias quando aparece um pelo branco na barba como este ou com pequenas coisas como: eu baixei a musica do chacrinha e está como ringtone do meu celular. Você percebe os 11680 dias quando você vê pessoas que trabalham com você não ter idéia de que musica é aquela. Ou quando você pergunta sobre algo da televisão e as pessoas olham para você com cara de interrogação.
E o que mais me preocupa, no fundo, por trás de toda essa baboseira é que já foram 11680, mas foi tão pouco, gente, preciso de tantos mais....