22/06/2008 22:41

Turn off? Turn on??





Acho que todo mundo sabe o quanto gosto de assistir seriados. Essa paixão começou com o “A Gata e o Rato”, nos idos das “Tercas Nobres” dos longínquos anos 80. Hoje em dia as minhas prediletas são (só estou contando as inéditas, pois alem destas tem as eternas reprises) CSI, Heroes, Californication, Scrubs e House MD.

House é muito bom. É para ser drama, mas na maioria das vezes é comédia. O estilo ácido-malhumorado-cinico-morretodomundo de Gregory House é fabuloso. Um cara cheio de defeitos, mas que ainda assim te conquista, e pior, lá no fundo você fica querendo ser como ele. É, tenho que admitir, mesmo antes de conhece-lo, tenho bastante dele. Só falta ficar manquetola e comprar uma bengala.

Essa semana a quarta temporada terminou com 2 episódios fantásticos. O legal de House é que varias vezes ele faz você pensar nas situações apresentadas e qual seria a sua decisão sobre o assunto. Por exemplo, em uma episodio, se não me engano, da terceira temporada, em que a mulher estava em coma; ela só podia ter duas doenças pelas características, e para uma delas a única explicação seria sexo fora do casamento, ou do marido, ou da esposa. Ele nega, e garante que ela também não teria feito em hipótese alguma; a outra doença é raríssima e os tratamentos para cada uma das doenças, em caso de erro, poderia mata-la. Entao, House a trata como se fosse a primeira doença, pois tem certeza que seu diagnostico está correto; e o marido assume que prefere que ela morra ao invés de que ela acorde e sobreviva, mas fique provado que ela o traiu. Pois bem, esse episodio me fez pensar: ele a amava realmente? Se sim, a vida da esposa não deveria valer mais do que qualquer traição?

Voltando a quarta temporada, e o final dela, os 2 episódios foram destes que faz a gente pensar... Dividido em 2, o primeiro episódio nos mostra como funciona a cabeça louca de House, pois ele está com amnésia por causa de um acidente de ônibus em que ele tem certeza que estava tentando ajudar alguém, mas não sabe quem. Entre overdoses que ele mesmo provoca para tentar lembrar o que aconteceu (com o ótimo efeito colateral de ter um sonho erótico com a chefe), ele se lembra que estava no ônibus com a namorada do Wilson, e que ela está para morrer, mas ele não sabe como e porque.






Na segunda parte, conhecemos o coração do Wilson, e as tentativas desesperadas de salvar Amber, até chegarem a conclusão de que ela, que está em coma induzido e viva apenas por aparelhos, não tem como ser salva.





ps.: com a participacao do meu idalo Fred Durst!





E aí vem a grande discussão: ele tem a chance de tira-la do coma, apenas para se despedir dela e dizer que ela vai morrer, ou pode desligar os aparelhos e mata-la.

Eu pergunto: O que você faria? Teria uma despedida, mas teria que dizer o que irá acontecer, ou apenas desligaria os aparelhos?




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Acho que eu estou apaixonado pela Kristen Bell. Não vejo a hora de Heroes começar novamente...




Se ela olhar pra mim, eu nao "se" seguro...











Jesus Christ Anibal Fire!
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E fotinhas, que ninguém é de ferro...

Primeiro, em casa, com Eriqueto e, como diria o Euler, Ryna “Mya”.











E depois, na casa do Euler, comemorando o meu aniversário e da Sil, com direito a inaugurar o Uno Spin. Agora, temos a trilogia do Uno completa: tradicional, Extreme e Spin. Fora as variações que a gente inventa. :D




















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Da série “Coreografias feitas para mim”


Praise You – Fatboy Slim
We've come a long long way together
Through the hard times and the good
I have to celebrate you baby
I have to praise you like i should
I have to praise you
I have to praise you like I should
I have to praise you


enviada por RZibis






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