Tivemos nas ultimas semanas o aniversario do Tola, quer dizer, do House, quer dizer, do Euler. Com direito a fotinhas, com direito a empadinha de massa de pastel, com direito a Uno Spin, com direito a participação especial do NoName.
Também teve evento de vinho e queijo em casa, mas a lei seca fez com que o único bêbado da casa não aparecesse na foto... rs...
Também, com algum atraso, tem fotinhas de dois eventos da Walter: A campanha do agasalho, com o já tradicional campeonato de futebol (do qual fomos campeões, diga-se de passagem), e o evento da Nova Walter, com direito a fotinho registrando o IT Team.
legenda: SubZero Brasileiro, Aquatico e Ninja Banguelo, ativar!
Apesar de estarmos sem MTV, a gente buscou na internet informações sobre o VMA, que teve mais uma vez a volta da cadelenta. E como previsto, ela está voltando aos poucos. Long Life to Britney! Confiram em foto e vídeo.
E no No Bege, Yes Preta, a campanha universal do reino de Deus sobre a extinção das calcinhas beges e grandes do mundo, eu só posso dizer... que arrebentava-lha-vos-tudo-chups-lambs.
E numa sessão que vai virar fixa do blog, mostraremos versões de musicas clássicas do cancioneiro popular, bem como a original, para comparação, mas apenas daquelas que a versão é tão boa ou as vezes até melhor que a original. E começamos com uma que a original é A música, mas que a versão parece que foi feita pela banda que criou a cópia. Caso clássico de não saber se a de 20 anos é melhor que a atual.
ps.: 20 anos! Caraca. Como dizem os cariocas... sinistro!
ps2.: a musica é das perfeitas. Top ten perfeitas.
ps3: se tiverem paciencia, votem em qual acham melhor.
Enjoy the Silence - Depeche Mode\Lacuna Coil
Words like violence
Break the silence
Come crashing in
Into my little world
Painful to me
Pierce right through me
Cant you understand
Oh my little girl
All I ever wanted
All I ever needed
Is here in my arms
Words are very unnecessary
They can only do harm
Vows are spoken
To be broken
Feelings are intense
Words are trivial
Pleasures remain
So does the pain
Words are meaningless
And forgettable
All I ever wanted
All I ever needed
Is here in my arms
Words are very unnecessary
They can only do harm
Enjoy the silence
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E a historia de Lisey é dos livros que afetam. Stephen King deixou de ser um escritor que escreve pra dar medinho faz tempo, e nesse livro (que tem sustos, sim) ele apresenta com sua maneira detalhista sem ser cansativo, com sua maneira de ir ao passado e voltar, e do passado ir mais ao passado ainda, e voltar, sem confundir, mas te deixando atento para saber o que acontece e o que aconteceu tudo ao mesmo tempo agora, uma historia de uma esposa que perdeu o marido a que precisa começar a descobrir o que já sabia: quem era seu marido.
Todo casal com um tempo considerável de relacionamento tem suas expressões, brincadeiras e coisas que só os dois do relacionamento entendem. De maneira fabulosa, ele nos mostra como isso é importante, e como isso pode ser doloroso quando um dos dois se foi.
E também fala da loucura que todos nós temos, cada um da sua maneira, e as fugas que criamos, cada uma sua, para lidar com essa loucura e com os problemas do dia-a-dia. E que a maior prova de intimidade e confiança é compartilhar também essas loucuras, aquilo que só você com você mesmo,a noite, deitado, quando você ouve sua mente, apenas você sabe. Todos nós temos essas, hm, er, singularidades, pessoais e indefectíveis, e compartilha-las, ao mesmo tempo que demonstra uma confiança total, requer uma entrega total, e mais, uma abertura total, escancarar as máscaras que nos fazem manter a figura de bons cidadãos do dia a dia.
Cada minuto de civilização, pede meia hora de barbárie, já diria meu filósofo predileto, Fausto Fawcett. Até onde, pacato, até onde mulher responsável, até onde homem de bem, até onde você é capaz de ir?